Durante a pandemia do coronavírus, grupos de risco devem ter atenção.

Todos nós estamos sujeitos a contrair o novo coronavírus. Mas a doença se manifesta de diferentes maneiras em cada organismo, afetando, de forma mais agressiva, principalmente, uma parcela da população considerada como grupo de risco. Não só os idosos estão mais suscetíveis a ter complicações em decorrência da doença. Entram nessa parcela os diabéticos, hipertensos, cardíacos, pacientes com câncer e acometidos por doenças respiratórias crônicas.

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Relatórios da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde colocam os hipertensos e cardíacos entre os mais suscetíveis à Covid-19. Isso porque as complicações mais graves estão ligadas ao pulmão e ao coração e, quando não há um funcionamento adequado da pressão arterial, bem como do próprio coração, o corpo tem mais dificuldades para vencer a doença.

Veja alguns grupos que são de risco e merecem atenção:

Idosos

Idosos estão entre um dos grupos de risco para a Covid-19 principalmente pelas doenças crônicas associadas à idade. São pessoas nessa faixa etária, acima dos 60 anos, que apresentam mais hipertensão e diabetes, por exemplo.

Ao desenvolverem os sintomas do novo coronavírus, o risco de que isso impeça o tratamento adequado das doenças pré-existentes é grande. Ao descompensarem o tratamento das doenças de base, a ação do sistema imunológico contra a Covid-19 também é prejudicada.

Dos dados divulgados até o momento, pessoas acima de 80 anos tem um risco de quase 15% de mortalidade pelo novo coronavírus. Em comparação, até os 49 anos, a taxa de mortalidade atinge o pico de 0,4%.

Os idosos também não desenvolvem os mesmos sintomas que os adultos quando infectados. Uma diferença importante é a febre, que surge de forma muito sutil entre esse público, quando aparece. É importante que a família fique atenta a sinais de desidratação, como a boca seca, que podem indicar problemas de saúde.

Outros que merecem atenção

Diabéticos

Pessoas com o diagnóstico de diabetes, especialmente do tipo 2, são consideradas pertencentes ao grupo de risco para a Covid-19. O motivo está no impacto da doença, especialmente quando ela está descompensada, ao sistema imunológico.

Quando a pessoa diagnosticada com diabetes não mantém o controle, seja aplicando a insulina no tipo 1 ou pelas medicações e estilo de vida, no tipo 2, a glicemia (açúcar presente no sangue) aumenta, levando ao quadro de hiperglicemia.

Esse cenário é chamado de descompensamento do diabetes, e impacta na resposta do sistema imunológico da pessoa. Nessa situação, é mais difícil para o organismo reagir aos vírus, como o novo coronavírus, e a se recuperar da maneira correta.

A indicação a esse público, portanto, é: mantenha o tratamento em dia. Uma vez que o diabetes esteja compensado, o risco da Covid-19 reduz. No caso de dúvidas, procure o médico que o acompanha.

Hipertensos e outras doenças crônicas

Ao contrário dos outros grupos de risco, como os diabéticos e os idosos, no caso dos hipertensos ou das pessoas com problemas cardíacos, o impacto da Covid-19 não está no fato de o sistema imunológico estar comprometido pela doença de base.

Mamães e futuras mamães precisam ter muito cuidado

Gestantes

Grávidas precisam ficar atentas ao novo coronavírus porque, embora não estejam no grupo de risco para a doença, têm o sistema imunológico comprometido pela condição – o que pode ser um facilitador para infecções oportunistas.

Caso uma mulher contraia o novo coronavírus durante o período de amamentação, os especialistas argumentam que a alimentação não deve parar. No entanto, as mães devem tomar alguns cuidados, como:

  • Usar máscara;
  • Lavar as mãos;
  • Evitar o contato do bebê com secreções de tosse ou espirro.

Ainda não há evidências que o novo coronavírus seja transmitido pelo leite materno, embora seja por meio dele que a criança adquire os anticorpos necessários para a defesa do organismo – antes que possa receber as vacinas. Leia mais sobre os cuidados com a saúde das gestantes aqui.

Crianças

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que entre crianças e jovens adultos, a infecção Covid-19 é em geral branda, com sintomas mais leves. Isso não significa que não haja risco entre esse grupo.

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