TOC – Transtorno Obsessivo Compulsivo É Muito Mais Comum Do Que Imaginamos

O transtorno obsessivo-compulsivo, conhecido como TOC, é um distúrbio psiquiátrico que se caracteriza pela ocorrência frequente de crises de obsessões e compulsões. As crises podem ou não estar associadas a ...

O transtorno obsessivo-compulsivo, conhecido como TOC, é um distúrbio psiquiátrico que se caracteriza pela ocorrência frequente de crises de obsessões e compulsões. As crises podem ou não estar associadas a momentos de estresse e ansiedade do paciente. O problema afeta igualmente homens e mulheres.

Tipos de TOC

Existem dois tipos de TOC. A separação entre as duas formas se dá pela observação se a compulsão do indivíduo atrapalha a sua vida ou não.

Em casos graves da doença, uma compulsão profunda por lavar as mãos ou checar portas e janelas da casa é capaz até mesmo de impedir o paciente de sair de casa para trabalhar e desempenhar suas atividades.

Causas do TOC

Apesar de muitos estudos realizados nos últimos dez anos, as causas de uma pessoa desenvolver TOC ainda não foram claramente determinadas. Contudo, o histórico familiar e situações de estresse e ansiedade podem estar relacionados ao problema.

Em busca da solução do problema, pesquisadores já conseguem, através de exames como a ressonância magnética, apontar qual a área do cérebro do paciente que é responsável pelo transtorno, aumentando a gama de ações sobre ele.

TOC - Transtorno Obsessivo Compulsivo

TOC na infância

Cada vez mais os cientistas estão convencidos de que o TOC se manifesta pela primeira vez ainda na infância. Porém, é a repetição das crises que confirmam o diagnóstico da doença. Em geral, demora-se nove anos entre os primeiros sinais e a descrição do transtorno por um psiquiatra.

Tratamento do TOC

  • Consulta psiquiátrica

A primeira coisa a fazer quando o TOC é detectado – normalmente são parentes e não o próprio paciente quem nota a ocorrência do transtorno – é buscar ajuda psiquiátrica. Nas sessões, o médico vai atacar a raiz do problema e impedir que o indivíduo troque uma compulsão por outra. Ele também será capaz de saber se é preciso o complemento medicamentoso para o tratamento.

  • Uso de medicamentos

Em muitos casos, o paciente precisa combinar a consulta a um psiquiatra com o uso de medicamentos. Os únicos que tem efeito comprovado sobre o TOC são os antidepressivos inibidores da receptação de serotonina.

  • Cirurgia cerebral

Método já difundido nos Estados Unidos e Europa e chegando ao Brasil, a cirurgia cerebral é segura e não-invasiva. Através de ressonância magnética, os médicos determinam a região do cérebro responsável pelo TOC e, com o uso de radiação gama, desconectam as ligações neuronais específicas do transtorno.

Em média, esse procedimento consegue reduzir as crises em 90% até seis meses depois da cirurgia. Sua aplicação, no entanto, só é recomendada para pacientes em estado grave, que têm a vida atrapalhada pela doença, e que não respondem ao tratamento convencional, com remédios.

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